quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

No monte negro e grande
Quiseram fazer um vale pequeno
Procurando a solução pr'aquela gente
Criaram um mundo novo, inteligente

Mas o amor é fraco e os homens
O são, da terra fumando o assassino
Do seu lar, do seu amor, do seu coração,
Buscando de pequena a vida alheia

Mas a vida continua, assegurando
Entre vida, doença, velhice e morte
A concepção dos corpos, das almas
Perdidas, achadas, e o espectáculo também


Assim, morrendo, o islamismo profundo
Espalha os seus tentáculos criando
As crianças do terror sobre as do mundo
Senhor, onde andas, seremos assim tão pequenos?

Só desejamos viver,
Queremos pescar mas um sorriso radiante
E colorido do sol num peixe velho do mesmo astro
Nega afirmando o futuro perdido que nos sangraram
Nas portas das casas que não tivemos nas terras
que não quisemos, que nos negaram com um trapo antepassado

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