O meu mundo não mundou
E eu inda cá estou
Também não soube mudar
E agora que tenho de lá chegar
Onde me irei apoiar?
Com quem poderei contar?
Porque o meu mundo não mudou
Mas eu quis forçá-lo
Porque queria libertá-lo
Mas o meu mundo não mudou
E eu não posso fazer nada
A não ser partir
Fugir, refugiar-me
Porque depois da prova dada
Vem a prova nova
Que se renova e inova
E eu não fui a tempo
Porque não soube mudar
Não liguei o elemento
Importante da charada
E agora vejo a faca afiada
Ou fonte de água cristalina
Aberta pela lâmina fina
Sugando-me no mar encarnado
Que jorra da chaga de água
E penso:
O que eu podia ter dado
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